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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Lição 3 - Os cuidados com a família e o ministério Cristão

LIÇÃO 3 – 21 de Abril de 2013
Os cuidados com a família e o ministério Cristão

TEXTO AUREO

“Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?” lTm 3.5

VERDADE APLICADA

O trabalho cristão não pode ferir os valores da família. A mulher ou o homem que deixa sua casa em desordem e sai fazendo a “obra de Deus” não colherá os frutos da edificação.

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Mostrar que não podemos deixar que as pequenas coisas destruam as nossas realizações no casamento;
Deixar claro as responsabilidades dos conjugues;
Ressaltar os cuidados no ministério cristão.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

1Tm 3.1 - Esta é uma palavra fiel: Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja.
1Tm 3.2 - Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de um a mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;
1Tm 3.3 - não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento;
1Tm 3.4 - que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia
1Tm 3.5 - (porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?);
1Tm 3.6 - não neófito, para que, ensoberbecendo-se, não caia na condenação do diabo.
1Tm 3.7 - Convém, também, que tenha bom testemunho dos que estão de fora, para que não caia em afronta e no laço do diabo.

Se um homem desejar o ofício pastoral, e por amor a Cristo e aos homens estiver disposto a negar-se a si mesmo, e a passar privações para dedicar-se a esse serviço, deveria tratar de dedicar-se à boa obra, e seu desejo deve ser aprovado, sempre e quando estiver preparado para o ofício. O ministro deve dar muito pouca ocasião para ser culpado, a fim de que seu ofício não sofra repreensão. Deve ser sóbrio, prudente, decoroso em todos seus atos, e no uso de todas as bênçãos terrenas. As famílias dos ministros devem ser exemplos do bem para todas as outras famílias. Devemos cuidar-nos do orgulho; é um pecado que transformou os anjos em diabos. Deve ter boa reputação entre os vizinhos, e ser irrepreensível em sua vida anterior.

Para estimular a todos os ministros fiéis temos a graça da promessa de Cristo: "Eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos" (Mt 28.20). Ele equipará a seus ministros para sua obra e os fará passar em meio das dificuldades com consolo e recompensará sua fidelidade.


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Introdução

A primeira instituição criada por Deus foi a família para dar estrutura a humanidade como uma sociedade organizada. Sem dúvida fomos criados por Deus para ter comunhão com Ele, mas Deus também nos criou para sermos criaturas sociais. Gênesis 2.18 diz: “... não é bom que o homem esteja só...” O homem depende um do outro. A família é a base de todos os relacionamentos para o ser humano. Nela aprendemos a interação pessoal, formulamos as ideias sobre os limites até onde podemos ou devemos ir, o que é aceitável e o que não é, aprendemos a cultura, a língua, os costumes, os padrões sociais; enfim, tudo o que é necessário para viver, sobreviver, agir e reagir, nós aprendemos na estrutura da família.



1. Cuidados com a família

O cristão casado deve desenvolver um papel fundamental diante de Deus, como instrumento de honra para conduzir a família constituída ao ideal planejado por Ele. Há responsabilidades que devem ser repartidas entre os conjugues como: liderança, exemplos para os filhos e a sociedade e o cultivo do amor entre ambos. Sem dúvida o mais importante destes é o amor, pois sem o amor verdadeiro não é praticável a vida a dois.
1.1. As responsabilidades do marido

Nas Escrituras sempre há exemplos de que o homem sempre foi o protetor, provedor e líder da família. Podemos encontrar isso bem claro na vida de Josué. Como líder da nação que entrou na terra prometida, tomou uma decisão firme e correta diante da comunidade de Israel quando disse: “Porém, se vos parece mal aos vossos olhos servir ao Senhor, escolhei hoje a quem sirvais: se os deuses a quem serviram vossos pais, que estavam dalém do rio, ou os deuses dos amorreus. em cuja terra habitais; porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor.” (Js 24.15. Conclui-se então, que o plano de Deus para a família cristã é que o pai além de ser protetor e provedor, exerça liderança no seio da família (Ef 5.23-28).

O apóstolo dá dois motivos para essa ordem: o senhorio de Cristo (Ef 5:22) e a liderança do homem em Cristo (Ef 5:23). Quando a esposa cristã sujeita-se a Cristo e deixa que ele seja o Senhor de sua vida, não tem dificuldade em sujeitar-se a seu marido. Isso não significa que ela deva tornar-se uma escra­va, pois o marido também deve sujeitar-se a Cristo. Se ambos vivem sob o senhorio de Cristo, o resultado só pode ser harmonia. Liderança não é ditadura. "Um ao outro, ambos ao Senhor." A esposa e o marido cris­tãos devem orar juntos e dedicar tempo ao estudo da Palavra, a fim de conhecerem a vontade de Deus para sua vida pessoal e para seu lar. Na maioria dos conflitos conju­gais tratado por pastores, o mari­do e a esposa não se sujeitam a Cristo, não leem a Palavra e não buscam a vontade de Deus a cada dia.

Isso explica por que um cristão deve se casar com outro cristão e não viver "em jugo desigual" com um incrédulo (2 Co 6:14-18). Se o cristão é submisso a Cristo, não pro­curará começar um lar que desobedece à Palavra de Deus. Um lar desse tipo é um convite a uma guerra civil desde o princí­pio. No entanto, há outro elemento impor­tante a ser considerado. O casal cristão deve sujeitar-se ao senhorio de Cristo mesmo an­tes de se casar. A menos que orem juntos e que busquem sinceramente a vontade de Deus em sua Palavra, seu casamento come­çará a ser edificado sobre alicerces fracos. Os pecados cometidos antes do casamen­to ("Somos cristãos - não precisamos nos preocupar com as consequências disso!") acabam causando problemas depois do ca­samento. Sem dúvida. Deus pode perdoar, mas ainda assim algo extremamente precioso se perdeu. Dr. William Culbertson, ex-presidente do Instituto Bíblico Moody, costumava advertir sobre "as tristes consequências dos pecados perdoados", e os noivos cristãos devem dar ouvidos a esse aviso.

1.2. As responsabilidades da esposa

Uma das responsabilidades da mulher é submeter-se ao marido (Ef 5.23-28). No entanto, não se deve confundir submissão com autoritarismo masculino. É preciso entender que a diferença entre os sexos é real e natural não somente na área física, mas em outras áreas, como na área das emoções. Não há razões para haver conflitos sobre quem é superior ou quem é inferior, pois cada um deve dar o que tem e, assim, os dois vão se tornar “um", não somente uma só carne, mas um em tudo. O que falta a um, o outro complementará. Elas também devem possuir outras qualificações, como sérias e confiáveis; não devem ser faladeiras, mas sóbrias e fiéis em tudo (lTm 3.11).

A esposa do diácono faz parte de seu ministério, pois a piedade deve começar em casa. Os diá­conos não devem ser divorciados e casa­dos novamente. A esposa deve ser uma mulher cristã, que leva o ministério a sério, não maldizente (literalmente, "que não seja diabo", pois o termo diabo quer dizer "calu­niador, aquele que acusa falsamente") e fiel em tudo o que faz. É triste ver os estragos que esposas maldizentes e fofoqueiras de presbíteros e diáconos podem fazer na igre­ja local.

Alguns estudiosos acreditam que 1 Ti­móteo 3:11 refere-se não às esposas dos diáconos, mas a outro tipo de ministério, o das diaconisas. Muitas igrejas têm diaconisas que ajudam no trabalho junto às mulheres, nos batismos, nas confraternizações etc. Febe era uma diaconisa da igreja de Cencréia (Rm 16:1, em que o termo usado é diakonon). É possível que, em algumas des­sas igrejas, as esposas dos diáconos servis­sem como diaconisas. Agradecemos a Deus o ministério das mulheres piedosas nas igre­jas locais, quer ocupem cargos, quer não! Não é necessário ter um cargo para ter um ministério e exercitar um dom.

1.3. A responsabilidade de serem exemplos

Além de liderar, prover e proteger a sua família, o homem da casa precisa ser exemplo de sabedoria. Ensinando com o diálogo, de forma didática e moderada, mas nunca esquecendo o poder do exemplo pessoal. Não adianta bons discursos diante dos familiares se não há consonância com o que se fala (Tg 3.2). As palavras só chegam até onde a vida exemplar as projeta. Palavras sem exemplos são como barcos a velas sem vento, para nada servem. A mulher casada em submissão, também ensina como os filhos podem ser obedientes a Deus. A mãe tem oportunidade de mostrar e ensinar o amor verdadeiro pelas suas atitudes, porque o amor demonstrado é mais fácil de aprender do que o amor falado.

O marido tem de aprender que para ser esposo cristão é fundamental amar sem restrições, sem medida, assim como Cristo amou profundamente a igreja (Ef 5.25). O marido deve amar, dando tudo que puder de si mesmo para o bem estar de sua esposa. Porque o exemplo do amor de Cristo não foi apenas de palavras, mas de uma experiência viva de entrega para a humanidade, assim deve ser o amor do marido (Ef 5.26-27). Na prática, esse amor, respeito e carinho oferecidos à mulher resultarão em atitudes surpreendentes da mulher para com ele.




2. Considerações na vida dos filhos

Os filhos são herança do Senhor, são a recompensa dos pais na relação conjugal (Sl 127.3). Eles são sempre apontados de forma positiva nas Escrituras, notadamente no ministério público de Jesus Cristo. Eles são destacados proeminentemente como capital espiritual e econômico do povo de Deus, uma verdadeira recompensa da parte de Deus, que nos ensina que os filhos são bens ativos e não dívidas. No entanto, o padrão dos filhos numa família cristã, é seguir o que foi estabelecido pelos pais.

2.1. A obediência, o respeito e a honra dos filhos para com os pais

Paulo diz aos filhos que façam o que seus pais mandarem, pois ele entende que esse é um dever cristão (Ef 6.1), ressaltando o que diz as Escrituras no Antigo Testamento: “Honra a teu pai e a tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Senhor, teu Deus, te dá” (Ex 20.12). É muito provável que o relacionamento entre as pessoas da mesma família seja uma amostra da relação com Deus. Se o membro (Filho) de uma família não consegue ter o mínimo de obediência aos seus pais dificilmente terá um comportamento honroso em outro lugar. Deus criou a família para que aprendêssemos com ela, pois só assim teríamos um campo de experiência.

Paulo não diz aos pais para admoestarem os filhos; ele mesmo o faz. Os filhos estavam presentes na congregação quando essa car­ta foi lida. Será que entenderam o que Pau­lo escreveu? Será que nós entendemos? A família toda participava do culto e, sem dú­vida, os pais explicavam a Palavra aos filhos quando estavam em casa. O apóstolo apre­senta quatro motivos para os filhos obede­cerem aos pais.

São cristãos ("no Senhor", v. 1a). Este argumento é uma aplicação do tema da se­ção toda: "sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo" (Ef 5:21). Quando alguém se torna cristão, não é liberado das obriga­ções normais da vida. Antes, sua fé em Cris­to deve fazer desse indivíduo um filho mais dedicado em seu lar. Para os colossenses, Paulo reforçou essa admoestação dizendo: "pois fazê-lo é grato diante do Senhor" (Cl 3:20). Vemos aqui a harmonia no lar: a espo­sa é submissa ao marido "como ao Senhor"; o marido ama a esposa "como também Cris­to amou a igreja"; e os filhos obedecem"no Senhor".

A obediência é correta (v. 1b). Deus instituiu uma ordem natural que mostra cla­ramente quando um ato é correto. Uma vez que foram os pais que colocaram o filho no mundo, e uma vez que eles têm mais co­nhecimento e sabedoria do que o filho, é correto o filho obedecer aos pais. Até mes­mo os filhotes dos animais são ensinados a obedecer. A "versão moderna" de Efésios 6:1 seria: "pais, obedeçam a seus filhos, pois isso os manterá satisfeitos e trará paz a seu lar". Mas isso é contrário à ordem natural instituída por Deus!

2.2. A santidade como estilo de vida

A juventude precisa aprender que não há doutrinas diferentes para filhos e pais. A Escritura é direcionada para todas as pessoas que já tenham entendimento sobre o certo e o errado. Pois a orientação bíblica é para que todos vivam conforme a imagem de Cristo (Rm 8.29; C1 3.8-17). Isso não quer dizer que os seguidores de Jesus Cristo não se depararão com as diversas tentações (Mt 4.1-11). Na verdade as tentações são difíceis de resistir e, com certeza, sem a ajuda inigualável do poderoso Espírito Santo morando no cristão, será impossível alguma vitória. A vida, a semelhança de Cristo, é uma vida de pureza e santidade.

É necessário mortificar os pecados porque se não os matamos, eles nos matarão a nós. O Evangelho muda as faculdades superiores e inferiores da alma, e sustenta a regra da reta razão e da consciência por acima do apetite e da paixão.

Agora não há diferença de país, de condição ou de circunstância de vida. É dever de cada um ser santo, porque Cristo é o Todo do cristão, seu único Senhor e Salvador, e toda sua esperança e felicidade.

Não só não devemos magoar a ninguém; devemos fazer todo o bem que possamos a todos, os que são eleitos de Deus, santos e amados, devem ser humildes e compassivos com todos. Enquanto estivermos neste mundo, onde há tanta corrupção em nossos corações, às vezes surgirão contendas, mas nosso dever é perdoar-nos uns a outros imitando o perdão pelo qual somos salvados. A ação de graças sem Deus ajuda a fazer-nos agradáveis ante todos os homens. o evangelho é a palavra de Cristo. Muitos têm a palavra, porém habita pobremente neles; não tem poder sobre eles. A alma prospera quando estamos cheios das Escrituras e da graça de Cristo. Quando cantamos salmos devemos ser afeados pelo que cantamos. Façamos todo em nome do Senhor Jesus, e dependendo com fé nEle, seja o que for em que estivermos ocupados. Aos que fazem todo em nome de Cristo nunca lhes faltará tema para agradecer a Deus, o Pai.

2.3. Lares que ainda não são cristãos

Existem lares que infelizmente nem todos são cristãos. Com isso para muitas pessoas o viver a vida evangélica na família não é nada fácil. Mas a única decisão inteligente a tomar diante de tal situação, está em ser sempre fiel a Deus na sua própria vida. Colocando em prática todas as disciplinas espirituais aprendidas nos estudos bíblicos realizados nos templos ou fora deles. Uma vida de vigilância, de paciência, através de um viver cristão autêntico. O Senhor conhece bem os nossos problemas, nossas lutas e decepções. Ele não prometeu retirar de nosso viver diário a eles, mas prometeu dar sabedoria àqueles que o pedem, para que possam viver triunfantemente através das dificuldades (Rm 5.1-5; Tg 1.2-4; Rm 8.26-39; F1 4.13).

Uma mudança bendita acontece no estado do pecador quando chega a ser um crente verdadeiro, tenha sido o que for. Sendo justificado pela fé tem paz com Deus. o Deus santo e justo não pode estar em paz com um pecador enquanto está embaixo da culpa do pecado. a justificação elimina a culpa e, assim, abre o caminho para a paz. Esta é por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; por meio dEle como grande Pacificador, o Mediador entre Deus e o homem.

O feliz estado dos santos é o estado de graça. Somos levados a esta graça. Isso nos ensina que não nascemos neste estado. Não poderíamos chegar a esse estado por nós mesmos, senão que somos conduzidos a ele como ofensores perdoados. Ali estamos firmes, postura que denota perseverança; estamos firmes e seguros, sustentados pelo poder de Deus; estamos ali como homens que mantêm seu terreno, sem sermos derrubados pelo poder do inimigo. E os que têm a esperança da glória de Deus no mundo vindouro, têm suficiente para regozijar-se no presente.

A tribulação produz paciência, não em si mesma nem de por si, mas pela poderosa graça de Deus opera na tribulação e com ela. Os que sofrem com paciência têm a maioria das consolações divinas que abundam quando abundam as aflições. Opera uma experiência necessária para nós.

Esta esperança não desilude, porque está selada com o Espírito Santo como Espírito de amor. Derramar o amor de Deus nos corações de todos os santos não nos envergonhará em nossa esperança nem por nossos sofrimentos por Ele.

3. Cuidados com o Ministério Cristão

Há muitos ministérios na Igreja, mas o de liderança é o de maior exigência. A vida do obreiro não pode ser conduzida de qualquer maneira. Suas responsabilidades e obrigações, quando bem sucedidas, influenciam positivamente na história dos membros do corpo de Cristo. Se alguém tem o desejo de ser líder episcopal, que seja, mas há algumas condições: 1- precisa ter boa reputação; 2- ser fiel à esposa; 3- se de fácil relacionamento com os membros e não membros; 4- deve possuir entendimento no que diz; 5- não pode ser controlado por bebida forte; 6- ter autoridade sem autoritarismo; 7- ser generoso; 8- não ser ganancioso; 9- ser bom administrador; 10- deve ter atenção especial aos filhos, para que tenha respeito deles, pois quem não controla a família não terá condições reais de conduzir o rebanho de Deus; 11- não pode ser novo convertido, para que não caia no laço do diabo; e, 12- finalmente, ter bom testemunho dos de fora do Reino.

3.1. Liderança na casa de Deus

Quem não sabe governar sua casa, como cuidará da igreja de Deus? (lTm 3.5). Muitos pregadores, missionários (as) e cantores (as) itinerantes têm destruído os seus casamentos por passar a maior parte do tempo fora de casa, longe dos seus cônjuges e ainda sendo tentados por pessoas do sexo oposto e praticando defraudação sexual, contrariando I Coríntios 7.5 Gostaria que todos os homens fossem como eu; mas cada um tem o seu próprio dom da parte de Deus; um de um modo, outro de outro. A desculpa é que estão fazendo a obra de Deus, mas estão sendo negligentes com a sua própria família. Quem descuida da sua casa é um insensato. Paulo traz a casa da pessoa para dentro da igreja e compara as duas entre si.

Isso não significa que o pastor deva ser ca­sado ou, se for casado, que deva ter filhos. No entanto, é provável que o casamento e a família façam parte da vontade de Deus para a maioria dos pastores. Se os próprios filhos de um indivíduo não lhe obedecem nem o respeitam, dificilmente sua igreja lhe obedecerá e respeitará sua liderança. Para os cristãos, a igreja e o lar são uma coisa só. Devemos administrar ambos com amor, ver­dade e disciplina. O pastor não pode ser uma pessoa em casa e outra na igreja. Se isso acontecer, seus filhos perceberão, e haverá problemas. Os termos "governe" e "gover­nar", em 1 Timóteo 3:4, 5, significam "presi­dir sobre algo, dirigir", e indicam que é o pastor quem dirige os negócios da igreja (não como um ditador, obviamente, mas como um pastor amoroso cuidando de seu rebanho - 1 Pe 5:3). O termo traduzido por "cuidar", em 1 Timóteo 3:5, indica um ministério pessoal às necessidades da igreja. É usado na parábola do bom samaritano para descrever o cuidado deste para com o ho­mem ferido (Lc 10:34, 35).

3.2. Se alguém não cuida dos seus familiares negou a fé

Principalmente, dos da sua família, é considerado pior do que o incrédulo (lTm 5.8). Paulo compara os que não cuidam bem da família como sendo piores do que os descrentes. Negou tudo quanto o cristianismo defende, pois a fé exige obras e frutos. Quem descuida dos seus; deixa faltar o essencial até para a sobrevivência e não dá dignidade e atenção especial a sua família, é um insensato. Alguns estão largando suas famílias, seus casamentos, divorciando-se por qualquer coisa sem observar Mateus 19.1-9; Romanos 7.1-3 e 1 Coríntios 7.2-5,10,11; permanecendo como se nada tivesse acontecido. Como esse cristão irá aconselhar na área matrimonial se o seu estiver falido ou confrontando a Palavra de Deus? Nenhum sucesso ministerial cobre o insucesso no lar.

3.3. O maior testemunho vem de dentro do próprio lar

O maior testemunho que um cristão pode ser é o que vem de dentro da sua própria casa (Pv 31.11,23,28-29). Há em muitas famílias pouca ou nenhuma educação sobre esse assunto. Quando falta educação sobra ignorância: quando falta diálogo sobra estupidez; quando falta respeito sobra indignidade. O bom testemunho de um dos cônjuges a respeito do outro e dos filhos sobre os pais são as coisas mais lindas que um cristão pode obter.

Quando um crente, obreiro, pastor ou líder eclesiástico abandonam sua própria casa ou a deixa, em desordem para cuidar mais da obra de Deus. esse tal não está agindo de conformidade com as verdades bíblicas. Outra situação é que não basta ser crente só na igreja, precisa mostrar amor e obediência ã Palavra dentro de casa. É lastimável quando a família não dá bom testemunho do cabeça da casa e gostaria de morar na igreja, pois lá o marido e pai tem respeito; o tratamento é outro, há educação e mostra-se espiritualizado.

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Conclusão

A lição de hoje para foi confrontar e aproveitar a oportunidade de ministrar às famílias que por falta de vigilância, têm abandonado o sacerdócio do lar, identificando as pequenas coisas que edificam ou destroem as famílias. Que cada um possa fazer a sua parte como instrumentos de honra para conduzir a família constituída ao ideal planejado por Deus.
QUESTIONÁRIO
PARTE 1
1. Qual foi a primeira instituição criada por Deus e sua finalidade?
R: A primeira instituição criada por Deus foi a família para dar estrutura a humanidade como uma sociedade organizada.
2. Qual a responsabilidade do marido segundo a lição?
R: É protetor; provedor e líder da família.
3. Como não deve ser encarada a submissão da mulher?
R: não se deve confundir submissão com autoritarismo masculino
PARTE 2
4. O que representa os filhos para os pais?
R: Os filhos são herança do Senhor, é a recompensa dos pais na relação conjugal.
PARTE 3
5. Qual o ministério de maior exigência na igreja?
R: Liderança

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REFERÊCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

Editora Betel 2º Trimestre de 2013, ano 23 nº 87 – Jovens e Adultos - “Dominical” Professor - Pontos salientes da nossa fé, doutrinas essenciais para a prática de uma vida cristã sadia e equilibrada.
Comentário Bíblico Expositivo – Warrem W. Wiersbe
O Novo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo - Russell Norman Champlin
Comentário Esperança - Novo Testamento 
Comentário Bíblico Matthew Henry - Novo Testamento
Comentário Bíblico - F. B. Meyer
Bíblia – THOMPSON (Digital)
Bíblia de Estudo Pentecostal – BEP (Digital)
Dicionário Teológico – Edição revista e ampliada e um Suplemento Biográfico dos Grandes Teólogos e Pensadores – CPAD - Claudionor Corrêa de Andrade





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