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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Lição 9 Orientações Bíblicas contra a violência doméstica



02 de Junho de 2013

Orientações bíblicas contra a violência doméstica

Texto Áureo

“O Senhor será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia”. Sl 9.9

Verdade Aplicada

A igreja tem condições funda­mentais de auxiliar contra a violência doméstica. Por isso, tem que, com sua voz profé­tica, denunciar e amparar os oprimidos.

Objetivos da Lição

      Servir como comunidade terapêutica ouvindo os opri­midos;
►      Pregar a esperança para os agredidos;
►      Ensinar a se defender dos agressores.

Textos de Referência

Sl 9.3         Porquanto os meus ini­migos retrocederam e caíram; e pereceram diante da tua face.
Sl 9.4         Pois tu tens sustentado o meu direito e a minha causa; tu te assentaste no tribunal, julgando justamente.
Sl 9.5         Repreendeste as nações, destruíste os ímpios, apagaste o seu nome para sempre e eternamente.
Sl 9.6         Oh! Inimigo! Consuma­ram-se as assolações; tu arrasaste as cidades, e a sua memória pere­ceu com elas.
Sl 9.7         Mas o Senhor está assen­tado perpetuamente; já preparou o seu tribunal para julgar.
Sl 9.8         Ele mesmo julgará o mun­do com justiça; julgará os povos com retidão.
Sl 9.9         O Senhor será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia.
Sl 9.10       E em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, Senhor, nunca desamparaste os que te buscam.



Lição 9 - A Familia e a Sexualidade



Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:
  • Identificar algumas questões importantes sobre a sexualidade.
  • Reconhecer o valor da pureza sexual antes do casamento.
  • Compreender o que a Bíblia ensina sobre a homossexualidade.
Sabemos que o sexo foi criado por Deus com um propósito elevado, nobre e saudável. No entanto, desde a Queda, a sexualidade vem sendo deturpada de modo irresponsável, pecaminoso e grotesco. Assim, por ser também um tema bíblico, tal assunto deve ser abordado na Escola Dominical. O objetivo desta lição é ajudar às famílias, proporcionando-lhes uma visão bíblica e ortodoxa a respeito deste assunto. Afinal, como Igreja de Cristo, temos de ser santos em toda a nossa maneira de ser.




quarta-feira, 22 de maio de 2013

Lição 8 - Educação Cristã, responsabilidade dos pais


LIÇÃO 8: EDUCAÇÃO CRISTÃ, RESPONSABILIDADE DOS PAIS — 26/05/2013

Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:

Considerar a Educação Cristã como missão prioritária dos pais.
Compreender a educação no Antigo e em o Novo Testamento.
Saber da importância da Educação Cristã na família.

Educar os filhos não é uma tarefa fácil. Deus, porém, confiou-nos essa tarefa, e dela não podemos fugir. Infelizmente, muitos pais estão terceirizando a educação de seus filhos, e isso tem enfraquecido a família cristã. Para que cumpramos essa tão nobre missão é necessário que busquemos a sabedoria que somente Deus pode conceder-nos (Tg 1.5; 3.17). Ainda que contemos com a ajuda da igreja, a responsabilidade de educar é dos pais.

Clique aqui para ler a lição na íntegra

Clique aqui para ler a lição resumida


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Lição 7: O Divórcio


LIÇÃO 7: O DIVÓRCIO

 
Os objetivos a serem alcançados com esta aula são:
  •  Dissertar sobre o divórcio no Antigo Testamento.
  • Defender como padrão o ensinamento de Jesus sobre o divórcio.
  • Explicar o porquê do ensino de Paulo acerca do divórcio.
 Por ser algo traumático, o divórcio é sempre um assunto difícil de ser tratado. Existem pessoas que não o aceitam em nenhuma condição. Há pessoas que, sob determinadas circunstâncias são favoráveis, e há até os que buscam base nas Sagradas Escrituras para admiti-lo em qualquer situação. Qual a posição da Bíblia? É o que estudaremos nesta lição.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Lição 6 - Honra a teu pai e tua mãe

Lição 06


12 de Maio de 2013

Honra a teu pai e a tua mãe

Texto Áureo

“Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa”. Ef 6.2

Verdade Aplicada

Os filhos devem se comportar de tal maneira que levem os seus pais a se sentirem felizes pelos filhos que têm.

Objetivos da Lição

► Mostrar que a insensatez dos filhos não atrai as bênçãos de Deus;
► Ressaltar que os filhos obe­dientes serão felizes e terão vida longa na terra;
► Destacar que os filhos podem desempenhar papel especial na família para alegrar seus pais.

Textos de Referência

Êx 20.12 Honra teu pai e tua mãe, para que se prolonguem os teus dias na terra que o Se­nhor, teu Deus, te dá.
Pv 23.22 Ouve a teu pai, que te gerou, e não desprezes a tua mãe, quando vier a envelhecer.
Ef 6.1 Vós, filhos, sede obe­dientes aos vossos pais no Se­nhor, porque isto é justo.
Ef 6.2 Honra teu pai e tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa,
Ef 6.3 Para que te vá bem, e vi­vas muito tempo sobre a terra.

Cl 3.20 Vós, filhos, obedecei em tudo aos vossos pais, por­que isto é agradável ao Senhor.

NÃO DEIXE DE LER A LIÇÃO AQUI


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Lição 6 - Infidelidade Conjugal

Lições Bíblicas CPAD

Jovens e Adultos

2º Trimestre de 2013

Título: A Família Cristã no século XXI — Protegendo seu lar dos ataques do inimigo

Comentarista: Elinaldo Renovato de Lima

Lição 6: A infidelidade conjugal

Data: 12 de Maio de 2013

TEXTO ÁUREO

“O que adultera com uma mulher é falto de entendimento; destrói a sua alma o que tal faz” (Pv 6.32).

VERDADE PRÁTICA

A infidelidade conjugal traz sérias consequências a toda a família. Por isso, Deus abomina tal prática.

HINOS SUGERIDOS

75, 111, 334.

LEITURA DIÁRIA

Segunda - Mt 19.6

Deus ajuntou — Não separe o homem

Terça - Ef 5.25-28

Amor e fidelidade à esposa

Quarta - Ef 5.22-24

Submissão e fidelidade ao esposo

Quinta - Ef 6.11

As astutas ciladas do Diabo

Sexta - Mt 26.41

Vigiar e orar

Sábado - Êx 20.14

“Não adulterarás”

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE

Provérbios 5.1-5; Mateus 5.27,28.

Provérbios 5

1 - Filho meu, atende à minha sabedoria: à minha razão inclina o teu ouvido;

2 - para que conserves os meus avisos e os teus lábios guardem o conhecimento.

3 - Porque os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o azeite;

4 - mas o seu fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois fios.

5 - Os seus pés descem à morte: os seus passos firmam-se no inferno.

Mateus 5

27 - Ouvistes que foi dito aos antigos: Não cometerás adultério.

28 - Eu, porém, vos digo que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.

INTERAÇÃO

Como vai o seu casamento ? Como vai a sua família? O adultério é um pecado de consequências desproporcionais ao bem-estar da família. Sofre o cônjuge ferido, os filhos e toda a família. Esta, certamente, não é a vontade divina, por isso, a presente lição, além de ensinar aos alunos a respeito do perigo da infidelidade conjugal, é uma ótima oportunidade para todos nós fazermos uma autoanálise. A família é o bem maior que o Senhor nos concedeu. Por isso, vale todo o esforço para aperfeiçoar o relacionamento conjugal e aprofundar o convívio com a família. Pense nisso!



OBJETIVOS

Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:

Reconhecer que o adultério é um grave pecado.

Elencar as consequências da infidelidade conjugal.

Pontuar alguns conselhos preventivos contra a infidelidade.

INTERNET

Se bem usada, a internet pode ser uma bênção. Ela proporciona um mundo imenso de novas oportunidades, amizades e empregos. É um espaço virtual que congrega pessoas de diversas origens e tipos.

AMIZADE PROFISSIONAL

Quando trabalhamos numa empresa conhecemos diferentes pessoas. Naturalmente as afinidades aparecem e estabelecemos permanente comunicação com elas. A amizade profissional é uma consequência direta do nosso trabalho.

RELACIONAMENTO NA IGREJA

Na igreja local também nos relacionamos com pessoas distintas. No Departamento dos Jovens, na União Feminina e outros. A igreja local é uma ótima oportunidade de estabelecermos laços fraternos de amizade com pessoas distintas.

COMENTÁRIO

introdução

Palavra Chave

Infidelidade: Procedimento de infiel; deslealdade, traição, perfídia.

Vivemos num mundo carente de valores éticos e princípios cristãos. Para as pessoas que não seguem os desígnios divinos, a infidelidade conjugal é vista como prática socialmente aceitável. Porém, os mandamentos divinos são eternos. De acordo com a Bíblia, o adultério é e continuará a ser uma ofensa ao próprio Deus. Lamentavelmente, muitos cristãos estão se deixando levar pelas astutas ciladas do Diabo, fazendo da infidelidade conjugal um hábito. Nesta lição, refletiremos a respeito desse terrível mal que vem infelicitando as famílias.

I. ADULTÉRIO, UM GRAVE PECADO

1. Conceito e origem da palavra. A palavra adultério vem do latim adulterium, que significa “dormir em cama alheia”. Segundo o Dicionário Bíblico Wycliffe (CPAD), é a relação sexual entre uma pessoa casada com outra que não é o seu cônjuge. Tal ato é um pecado gravíssimo perante Deus, sendo condenado tanto no Antigo quanto em o Novo testamento (Êx 20.14; Dt 5.18; Rm 13.9; Gl 5.19). É um ato tão grave que no tempo da lei Mosaica, a pena para o adultério era o apedrejamento (Lv 20.10; Dt 22.22).

2. É preciso vigiar. A infidelidade conjugal é um processo maligno que tem início na mente. No começo, são apenas alguns pensamentos que surgem de “mansinho”. Se estes, porém, não forem combatidos, acabam por nos impregnar a alma e o coração, redundando em atos vergonhosos. Tomemos muito cuidado com o que vemos e pensamos (Sl 101.3; Fp 4.8). Enfim, vigiemos e oremos constantemente para não cairmos nas astutas ciladas do Diabo (Ef 6.11). Jesus exortou-nos a respeito da vigilância e da oração (Mt 26.41). Davi, mesmo sendo um homem segundo o coração de Deus (1Sm 13.14), não vigiou. Ele cometeu um adultério que o arrastou a um homicídio (2Sm 11). Por isso, vigie.

3. Buscar a presença de Deus e não desprezar o cônjuge. Sem a presença de Deus, o casal torna-se vulnerável às investidas do Maligno. Todavia, a comunhão diária com o Senhor, por intermédio da oração, da leitura da Bíblia e do jejum, além de fortalecer-nos, ajuda-nos a ter um bom relacionamento com o cônjuge. A presença divina auxilia-nos a suportar as crises.

Muitos obreiros, por falta de orientação, acabam dedicando-se excessivamente ao ministério eclesiástico em detrimento da família. O resultado é que a esposa e os filhos deixam de receber atenção e carinho. É bom dedicar-se à Obra de Deus. A família, porém, não pode ser esquecida, pois ela é o primeiro rebanho do pastor (1Tm 3.1-7; 5.8; 1Co 7.32-34).

O adultério é um grave pecado. Por isso, o cônjuge deve vigiar, buscar a presença de Deus e jamais desprezar o outro.

II. AS CONSEQUÊNCIAS DA INFIDELIDADE

1. Afastamento de Deus. A Palavra de Deus diz que “os lábios da mulher estranha destilam favos de mel, e o seu paladar é mais macio do que o azeite” (Pv 5.3). O pecado, a princípio, pode ser até “prazeroso”, mas o preço a ser pago é muito alto; não vale a pena; traz sofrimento e muita dor.

A imoralidade sexual e a infidelidade destroem a família. Todos no lar são afetados de alguma forma. Alguns minutos de prazer ilícito podem levar um homem, ou uma mulher, para o inferno, para a perdição eterna (1Co 6.10). Deus é santo e não aceita o pecado. O adultério divide a família, afasta o cônjuge da presença de Deus e impede as bênçãos divinas (Is 59.1,2).

2. Morte espiritual. O adultério leva à morte espiritual, às vezes até a morte física. Quando nos afastamos de Deus morremos espiritualmente. A infidelidade conjugal fere as pessoas e destrói a alma (Pv 6.32). Davi arrependeu-se, mas pagou um alto preço pelo seu erro. Se o Senhor não ouve as orações daqueles que tratam mal os cônjuges (1Pe 3.7), imagine como Ele reage à infidelidade conjugal (Ml 2.16).

3. Um lar despedaçado. O adultério aflige toda a família. Os filhos, independentemente de sua idade, são sempre os maiores prejudicados. Em geral, ficam decepcionados com os pais e tendem a desconfiar sempre de todos. Alguns filhos acabam, além de carregarem mágoas de seus pais, levando ressentimentos e dor para suas futuras famílias. Seus relacionamentos são afetados. Por isso, Deus abomina a infidelidade, a deslealdade (Ml 2.15). O marido deve amar a esposa, assim como a esposa precisa amar o marido (Ef 5.22-33). A falta de amor prejudica o casamento e abre brechas à deslealdade. O amor entre os cônjuges deve ser incondicional, assim como o de Cristo pela Igreja. Tal amor é um antídoto contra a deslealdade.

A infidelidade conjugal afasta a pessoa de Deus, mata a espiritualidade e dilacera o lar.

III. CONSELHOS CONTRA A INFIDELIDADE

1. Fuja das tentações. É preciso ser prudente e evitar o mal. Jesus ensinou os discípulos a terem uma atitude de prudência e sensatez diante das tentações (Mt 10.16; 26.41). Ante o perigo, façamos como José. Ele preferiu fugir a pecar contra Deus. Temendo ao Senhor, rejeitou o pecado. E embora viesse a pagar um alto preço por sua fidelidade, foi honrado por Deus no devido tempo (Gn 39-41). Diante do pecado, fuja (1Ts 4.3).

2. Honre o seu cônjuge. Há maridos que se envergonham de suas esposas. O profeta Malaquias advertiu o povo de Deus, para que ninguém fosse “desleal para com a mulher da sua mocidade” (Ml 2.15). Envelhecer junto à mulher amada é um privilégio. Também há mulheres que, com o passar do tempo, deixam de se interessar e honrar seus maridos. A Bíblia, porém, recomenda a esposa a reverenciar o marido (Ef 5.33). Os muitos afazeres levam algumas mulheres a se esquecerem de seu papel junto ao esposo. Honre seu cônjuge, dando-lhe o apreço e o respeito necessários.

3. Aprecie seu cônjuge. Você aprecia seu cônjuge? Ter apreço significa vê-lo como algo valioso. A Palavra de Deus nos diz que “onde estiver o vosso tesouro, ali estará também o vosso coração” (Lc 12.34). Se o seu cônjuge é o seu tesouro, ou seja, uma joia que você protege e zela com carinho e respeito, o adultério não terá vez em sua vida. Há esposas e maridos que cuidam bem da casa, do carro, da conta bancária, da igreja, mas não têm cuidado nem interesse pelo seu cônjuge. Valorize-o e alegrem-se juntos no Senhor. Não busque jamais beber água de outra cisterna (Pv 5.1-23).

Alguns conselhos contra a infidelidade no matrimônio: fuja das tentações; honre o seu cônjuge e o aprecie.

CONCLUSÃO

Muitas famílias têm sido destruídas por causa da infidelidade conjugal. Para que tenhamos uma vida conjugal bem-sucedida precisamos investir diariamente em nosso relacionamento. É necessário orar, vigiar e demonstrar afeto, apreço, investir no diálogo franco e não abrir mão do respeito. Temos de conscientizar-nos de que a família e o relacionamento conjugal são prioridades. Uma família bem constituída é uma bênção para a obra de Deus.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

HUGHES, R. K. Disciplinas do Homem Cristão. 3 ed., RJ: CPAD, 2004.

HUGHES, B. Disciplinas da Mulher Cristã. 1 ed., RJ: CPAD, 2005.

HUGHES, K. & B. Disciplinas da Família Cristã. 1 ed., RJ: CPAD, 2006.

EXERCÍCIOS

1. Defina, de acordo com a lição, a palavra adultério.

R. É a relação sexual entre uma pessoa casada com outra que não é o seu cônjuge.

2. Na Lei Mosaica, qual era a pena para quem adulterava?

R. O apedrejamento (Lv 20.10; Dt 22.22).

3. Cite as consequências da infidelidade.

R. Afastamento de Deus, morte espiritual e um lar despedaçado.

4. De acordo com a lição, quais conselhos podem ajudar a evitar a infidelidade?

R. Fuja das tentações, honre o seu cônjuge, aprecie seu cônjuge.

5. Que conselho você daria para alguém que foi infiel para com o seu cônjuge?

R. Resposta pessoal.

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I

Subsídio Vida Cristã

“UMA META DE VIDA [...]

[...] Nossa igreja evangélica parece uma comunidade de casamentos sãos. É tão boa na superfície “ cursos de extensão, segurança financeira, casas elegantes, igrejas dignas, pessoas bonitas e terapeutas matrimoniais para quando houver uma lombada na estrada. Mas como é que Deus mede nosso casamento? Não é por esses padrões.

O casamento de meus pais estava muito longe do maravilhoso pacote evangélico que descrevi. Contudo, havia autenticidade e beleza nas promessas feitas e mantidas por este casal trabalhador que enfrentou o que pareciam probabilidades insuperáveis. O resultado foi uma colheita de graça, e eu sou parte disto.

Kent e eu somos casados há trinta e oito anos. Temos quatro filhas adultas e dezesseis netos. Juntos tentamos vivenciar as diretivas da Palavra de Deus sobre casamento. Nossas lutas foram muitos diferentes das de meus pais, mas mesmo assim nosso compromisso se fortaleceu, como o de meus pais, num amor profundo e permanente um pelo outro. Nosso compromisso mútuo em viver conforme o plano de Deus para marido e mulher nos capacitou a experimentar uma unidade feliz - algo raro e admirável neste mundo arruinado” (HUGHES, B. Disciplinas da Mulher Cristã. 1 ed., RJ: CPAD, 2005, p.150).

SUBSÍDIOS ENSINADOR CRISTÃO

A infidelidade conjugal

A infidelidade conjugal é, sem dúvida, o fator mais destrutivo da união familiar. É tão séria que foi a única opção descrita por Jesus como tolerável, em um caso de divórcio, para que um homem se afastasse de sua mulher para se casar com outra (a esposa infiel era repudiada pelo esposo e vinha então o divórcio).

A infidelidade conjugal é prejudicial à família e à relação com Deus. O Antigo Testamento mostra que a idolatria é comparada a uma infidelidade conjugal. Oséias, profeta de Deus, demonstrou em sua profecia a similaridade da traição de sua mulher, Gomer, com as traições de Israel para com Deus, motivo que fez com que Deus se irritasse muito com Seu próprio povo.

Vigilância dos crentes — Não são poucos os crentes que utilizam a desculpa da “espiritualidade” para se desvencilharem de suas obrigações conjugais. Paulo deixa claro que essa atitude tem uma implicação séria: a tentação de satanás. “Não vos negueis um ao outro, a não ser de comum acordo por algum tempo, a fim de vos consagrardes à oração. Depois, uni-vos de novo, para que Satanás não vos tente por causa da vossa falta de controle” (1Co 7.5). Paulo deixa claro que a abstinência sexual das pessoas casadas devem seguir estes princípios: Deve ser de comum acordo, ou seja, o casal deve concordar com essa abstinência, ou ela não poderá acontecer; deve ser temporário, ou seja, não pode ser por toda a vida; deve ser para que a pessoa se dedique à oração, ou seja, um propósito específico e elevado. A consequência de não se respeitar esses princípios é ser alvo da tentação de Satanás. Imagine a situação: se andamos com Deus e ainda assim somos tentados, quem dirá se abrirmos a guarda e dermos motivos para que o tentador nos ataque. Portanto, que isso fique claro: atender ao nosso cônjuge em suas necessidades sexuais faz parte de nossa obrigação também diante de Deus, e nos resguarda de tentações satânicas na esfera sexual. Portanto, fuja desse tipo de tentação, compreendendo seu cônjuge e honrando-o em suas necessidades afetivas.

Lembremo-nos das duas consequências funestas da infidelidade conjugal: a destruição do lar e o afastamento de Deus. É evidente que o preço a se pagar por tal pecado é alto demais para aqueles que prezam por sua família e pela comunhão com Deus. Uma família bem estruturada tem seu preço, e da mesma forma uma família desestruturada. Que isso nos sirva de lição para que nos guardemos dos pecados sexuais e de suas consequências.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Lição 6 - Ansioso para perdoar


VERSO PARA MEMORIZAR:

“Com a voz do agradecimento, eu Te oferecerei sacrifício; o que votei pagarei. Ao Senhor pertence a salvação!” (Jn 2:9).

Leituras da Semana:

Jn 1–4; Sl 139:1-12; Is 42:5; Ap 10:6; Mt 12:39-41; 2Cr 36:15-17

Pensamento-chave: O livro de Jonas revela, entre outras coisas, que Deus está mais disposto a perdoar do que nós geralmente estamos.

A história de Jonas é uma das mais conhecidas da Bíblia. O profeta havia sido enviado por Deus para advertir Nínive da iminente destruição. Ele suspeitava que esse povo não hebreu pudesse se arrepender de seus pecados e que Deus o perdoaria. Sendo profeta verdadeiro, Jonas sabia que o plano de Deus era salvar Nínive, não destruí-la. Talvez por isso ele, no início, tentou fugir. No entanto, devido a forças além de seu controle, Jonas mudou de ideia e obedeceu à ordem de Deus.

Em resposta à sua pregação, toda a cidade acreditou na mensagem e se arrependeu de uma forma que, infelizmente, não aconteceu com Israel e Judá. Jonas, entretanto, tinha uma série de lições importantes a aprender. A história mostra como Deus estava ensinando pacientemente ao Seu profeta mesquinho e teimoso o significado da graça, da misericórdia e do perdão.


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