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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Lição 06 - Jacó retorna à sua terra

05 de Fevereiro de 2012

Jacó retorna à sua terra

Texto Áureo

“Então tomou Jacó uma pedra, e erigiu-a por coluna”. Gn 31.45

Verdade Aplicada

A vontade de Deus é perfeita, boa e agradável.

Objetivos da Lição

►      Demonstrar que Deus é sobe­rano em seus atos;
►      Ensinar que Deus protege os seus em todas as situações;
►      Mostrar o testemunho de Jacó.

Textos de Referência

Gn 31.17   Então, se levantou Jacó, pondo os seus filhos e as suas mulheres sobre os ca­melos,
Gn 31.18   E levou todo o seu gado e toda a sua fazenda que havia adquirido, o gado que possuía, que alcançara em Padã-Arã, para ir a Isaque, seu pai, à terra de Canaã.
Gn 31.19   E, havendo Labão ido a tosquiar as suas ovelhas, furtou Raquel os ídolos que seu pai tinha.
Gn 31.22   E, no terceiro dia, foi anunciado a Labão que Jacó tinha fugido.
Gn 31.24   Veio, porém, Deus a Labão, o arameu, em sonhos, de noite, e disse-lhe: Guarda-te, que não fales a Jacó nem bem nem mal.

Ajuda Versículos

Jacó Separa-se de Labão (31:1-55)

Esta passagem é primordialmente pro­duto da fonte Israelita do Norte (ênfase em sonhos e anjos, uso do nome Elohim para a divindade), depois de uma intro­dução proveniente da narrativa Judia, nos versículos 1-3. A maioria dos erudi­tos críticos atribui o versículo 2 ao escri­tor da fonte Israelita do Norte, porque ele parece dar uma explicação diferente para a decisão, de Jacó, de partir. No versículo 1, somos informados de que era devido aos filhos de Labão, enquanto, no versículo 2, de que era por causa do próprio Labão. Estilisticamente, não há argumentos convincentes para uma mu­dança de fonte. O escritor da fonte Judia facilmente poderia ter atribuído o desassossego de Jacó à atitude mutável de Labão, tanto quanto à de seus filhos. As seções da fonte Israelita do Norte jamais mencionam os filhos de Labão, e alguns expositores chegam à conclusão, devido a isso, de que a opinião da fonte era que ele não tinha nenhum filho varão, só filhas (Skinner). Isto colocaria essa fonte em conflito com o material da fonte Judia, a não ser que se interprete “filhos” como parentes (cf. Speiser). Todavia, o silêncio da fonte Israelita do Norte, a respeito do assunto, pode não significar, necessaria­mente, falta de conhecimento. Os filhos de Labão podiam estar incluídos entre os parentes (v. 23). A referência a Padã-Arã, no versículo 18, geralmente é identi­ficada com a fonte Sacerdotal, visto que nenhuma das fontes populares emprega este nome comumente. Ela é, provavel­mente, editorial, e não de outra fonte.

O pacto entre Jacó e Labão (v. 43-54) é geralmente considerado como uma com­ posição de materiais das fontes Judia e Israelita do Norte, visto que dois símbo­los são estabelecidos: uma coluna e um montão de pedras, e duas explicações são dadas para o nome “Galeede”. A versão da fonte Israelita do Norte diz que Jacó levantou tanto as pedras quanto a co­luna (v. 45 e 46), e o suposto relato da fonte Judia atribui ambos os atos a Labão (v. 51). Isto leva a uma intricada especulação a respeito de como isso pode ter acontecido, se as narrativas da “co­luna” e do “montão” estavam original­mente separadas (von Rad, Speiser). É melhor considerar esta perícope como uma coerente continuação da narrativa da fonte Israelita do Norte. Jacó e Labão erigiram os monumentos, referindo-se cada um deles, em seus discursos, à parte que havia desempenhado no processo. Visto que ambos participaram da ereção, cada um deles deu nome aos monumen­tos. Num ato final de boa vontade, Labão consentiu em usar o nome dado por Jacó.

Ordens de Marcha de Jacó (31:1-16)

Tendo visto que havia perdido o favor de Labão e de seus filhos, Jacó estava pronto para ouvir a direção de Deus para voltar ao lar. A ordem de Deus era oposta à dada a Abraão. Abraão recebe­ra instruções para abandonar a sua terra e a sua parentela; Jacó devia voltar à sua. Assim mesmo, cada geração precisa sa­ber qual é a vontade de Deus para a sua situação em particular.

Dez vezes mudou o meu salário. Esta é uma expressão figurada de um número grande, indefinido. Por esta declaração ficamos sabendo que Labão revisara muitas vezes o acordo feito com Jacó. Respeitando o aspecto do acordo que lhe era favorável, Labão sempre conservava as ovelhas brancas e as cabras escuras. Algumas vezes, contudo, ele limitava a parte de Jacó apenas às listradas ou às malhadas. Não obstante, cada vez os animais se multiplicavam a favor de Jacó.

Os bodes que cobrem o rebanho são listrados, salpicados e malhados. Não fora a esperteza de Jacó a responsável pela multiplicação prolífica da espécie de animais que lhe cabia. Deus providen­ciara para que os animais certos se aca­salassem.

Levanta os teus olhos e vê. Von Rad considera esta expressão, bem como todo o versículo 12, como uma “inserção inep­ta”, feita por um editor posterior, pri­mordialmente porque ela interrompe a declaração de Deus a respeito de si mes­mo. De acordo com a analogia de outras teofanias, o Eis-me aqui da resposta de Jacó devia ser seguido imediatamente por Eu sou o Deus de Betel. Essa alteração de forma é simplesmente uma maneira pela qual o hebraico expressa ênfase. Deus queria que Jacó visse o que estava acontecendo, antes de dirigir a sua aten­ção para si próprio.

Eu sou o Deus de Betel, onde é literal­mente “Eu sou o Deus Betel, onde". Obviamente, o texto sofreu durante a transmissão, visto que “onde” não tem um antecedente apropriado. Seguindo a LXX e outras versões antigas, a maioria dos intérpretes concorda com a RSV.

A reação das esposas de Jacó, ao dis­curso dele, nos versículos 5 a 13, expres­sa tanto a amargura delas contra o seu pai quanto a sua lealdade a Jacó. Se ele estava pensando em partir sem elas, po­dia esquecê-lo. O pai delas as havia ven­dido a ele, e elas também eram proprie­dade dele. Se ele queria partir, elas estavam com ele entusiasticamente.

A Partida Secreta (31:17-24)

Jacó escolheu a hora adequada para viajar. Labão e seus filhos estavam ocupados com a tosquia das ovelhas, a três dias de caminho dele.

Raquel furtou os ídolos que perten­ciam a seu pai. Como observa Speiser, a tradução “furtou” é um pouco forte para a situação. A posse dos deuses do lar ou familiares (heb., teraphim, coisas iner­tes, um termo pejorativo) era prova legal do direito de herança. Visto que Raquel cria que a propriedade devia ser deles, ela se “apropriou” do que considerava ser seu de direito. Isto não fez com que o ato se tornasse menos errado. Os terafins eram estatuetas, algumas vezes em forma humana, talvez de tamanho de um homem (I Sm 19:13,16), embora aqui fossem suficientemente pequenas para Raquel carregá-las e se assentar sobre elas (v. 34).

Labão, o arameu. Este termo é usado a respeito de Labão, Betuel (28:5) e Jacó (Dt 26:5). No versículo 47, Labão até falou em aramaico. “No entanto, os arameus, como tais, não têm verificação in­dependente, a não ser a partir dos últi­mos séculos do segundo milênio” (Spei­ser, p. 246). Os escritores estavam usan­do uma designação posterior para essas pessoas de época mais remota, ou os arameus estavam em cena muito antes do que geralmente se presume.

Jacó iludiu a Labão. O hebraico diz, literalmente: “E Jacó furtava o coração de Labão” (cf. II Sm 15:6). Furtar o coração era roubar a mente, remover de outrem a consciência da realidade, enga­nar a outrem, fazê-lo parecer estúpido.

Seguiu atrás de Jacó jornada de sete dias. A distância entre Harã e Gileade é de cerca de quinhentos e sessenta qui­lômetros. Não é provável que Jacó pudes­se ter chegado tão longe em dez dias, visto que os rebanhos avançavam tão vagarosamente. A palavra “sete” pode ser figurativa. Ela é frequentemente usa­da para designar um período completo de tempo.

Guarda-te, que não fales a Jacó nem bem nem mal. Ou Labão não obedeceu à direção de Deus e, assim mesmo, re­preendeu Jacó, o que não é provável, ou “nem bem nem mal” tinha um significa­do diferente do que se possa supor. A proibição de Deus significava que Labão não devia acusar Jacó de nenhuma ação má, quer fosse verdade quer não. Ele não devia dizer-lhe para voltar para casa nem devia eximir-se de vê-lo. No encontro, ele teve todo o cuidado de não acusar Jacó de pecado. Ele simplesmente pediu-lhe para responder a uma série de interrogações a respeito de delitos aparentes!

A Inquirição de Labão (31:25-35)

Jacó tinha armado a sua tenda na montanha. Era de se esperar que aqui se achasse o nome da região, talvez Mizpá (31:49), mas, com base na dupla repeti­ção dessa palavra em 31:54, Speiser con­jectura que era um lugar chamado de “Elevação”.

Armou também Labão com os seus irmãos a sua tenda. O hebraico diz lite­ralmente: “Labão armou os seus ir­mãos”! Obviamente, se requer uma cor­reção textual aqui; ’chlw (tendas) deve ser interpretação em lugar de ’chyw (pa­rentes).

Que me iludiste. A mesma expressão idiomática, encontrada no versículo 20, pode ser traduzida como “que me fizes­te parecer estúpido”.

Com alegria e com cânticos. Esta é a única referência do Velho Testamento a esse costume em despedidas. Labão, in­dignado, estava fazendo os papéis in­congruentes de “pai ferido a vingador aturdido” (Kidner). Ele descreveu mi­nuciosamente o antigo costume, mas Jacó sabia que esse não seria o tipo de despedida que Labão teria preparado, se lhe tivesse contado seus planos com antecedência.

Respondeu-lhe Jacó: Porque tive medo. Labão estivera fazendo perguntas em sucessão tão rápida que Jacó estava apenas começando a responder à sua pri­meira pergunta, a saber, porque ele o fizera parecer tão estúpido, quando La­bão lhe perguntara a respeito dos terafins. Então Jacó respondeu a respeito desse assunto. Labão chamou os terafins de seus “deuses”. Raquel não mos­trou a mesma consideração para com eles, pois sentar-se sobre eles na sua “im­pureza” era o insulto máximo (cf. Lv 15:19 e ss.).

Com quem achares os teus deuses, po­rém, esse não viverá. Aqui o suspense aumenta. Sem o saber, Jacó estava arris­cando a vida de Raquel, a esposa que mais amava. Mais uma vez esta fonte está retratando Jacó como homem ínte­gro, que não imagina que alguém em sua família pudesse ter roubado algo de La­bão.

Na albarda do camelo. Speiser traduz a palavra hebraica como “almofadas”, enquanto Driver faz sua versão como “liteira” ou “howdah” (palanquim). Era uma sela especial para mulheres, que podia ser usada como uma espécie de cadeira quando elas estavam nas tendas. Embora ela usualmente tivesse uma co­berta tecida, quando usada em viagem, não é provável que Raquel estivesse sen­tada em um palanquim coberto, quando estava em sua tenda, pois senão ela certa­mente seria suspeita de engano. Se a albarda tinha uma coberta, ela havia sido tirada.

O incômodo das mulheres. Raquel de­clarou que estava em seu período mens­trual, declaração que podia ser verda­deira.

A Resposta Irada de Jacó (31:36-42)

Este discurso é uma obra-prima literá­ria. Pois finalmente Jacó podia defender a sua inocência de qualquer culpa, e o fez com grande eloquência. Toda a frustra­ção represada de vinte anos se abateu espumejante.

Nesta passagem vemos a vida difícil do pastor (“o Trabalho das minhas mãos”, v. 42), bem como Labão havia maltrata­do Jacó (“a minha aflição”). Era da responsabilidade do pastor providenciar para que os rebanhos tivessem crias sem abortos e que fossem protegidos de animais selvagens e de ladrões humanos. Ele cuidara dos animais durante os opressi­vos dias quentes e as noites miseravel­mente frias, enquanto o seu sono lhe "fugia” dos olhos (v. 40). Algumas vezes o pastor tinha dificuldades para ficar acordado durante a sua vigília; Jacó, por causa do calor e do frio, não podia dor­mir quando queria!

Labão tornara a sorte dura de Jacó ainda mais difícil, não lhe permitindo comer os cordeiros do rebanho, forçan­do-o a dar contas de todas as perdas e mudando o seu salário repetidamente (“dez vezes”).

O versículo 42 expressa claramente que o Deus de Isaque e o Deus de Abraão eram o mesmo Deus, pois o verbo “não fora” está no singular, re­querendo um sujeito simples, e não com­posto. Obviamente, Jacó adorava o mes­mo Deus que eles adoravam, pois está se referindo a ele nesta passagem. Nomes diferentes para o mesmo Deus eram usa­dos pelos patriarcas (cf. Sl 18:2 e Ap 15:3, onde termos diferentes são usados para designar o mesmo Deus único). O significado do título Temor de Isaque é obscuro, pois ocorre apenas neste capí­tulo. Speiser o traduz como “o Terrível de Isaque” e relaciona este título com o de “Provação de Isaque”, quando Abraão estava para sacrificá-lo sobre a montanha (Gn 22). Albright sugeriu que significa “Parente”, visto que pala­vras cognatas, em outras línguas do Ori­ente Próximo, têm este significado. Na verdade, esta expressão descreve com exatidão o estilo de vida religiosa de Isaque. Enoque andou “com” Deus (em comunhão íntima), Abraão “diante” de Deus (consciente de sua presença), e Isaque, como servo obediente.

Hoje me mandarias embora vazio. Jacó disse que Labão teria prevalecido, se Deus não interviesse. Ele deu a Deus o crédito de toda a sua prosperidade, não porque Deus reconhecesse os seus atribu­tos morais, mas porque se apiedara de Jacó em sua aflição.

O Pacto em Mizpá (31:43-55)

Tudo o que vês é meu. De início, o leitor é inclinado a sentir simpatia por Labão. O lucro de Jacó fora o prejuízo de Labão, inteiramente. Embora ele não pudesse mais reter a sua descendência, restava uma última responsabilidade: assegurar-se de que ela receberia um tratamento condigno da parte de um homem em quem ele não confiava. Ele insistiu que fizessem um pacto, tendo Deus como testemunha, entre ele e Jacó, garantindo às suas filhas um tratamento condigno.

Os nomes que Labão e Jacó deram ao lugar do pacto significam a mesma coisa: “montão do testemunho”; Labão usou a língua aramaica, sua língua nativa, e Jacó, o hebraico. Finalmente Labão con­cordou em chamá-lo pelo nome que Jacó lhe dera (Galeede, daí Gileade?), pois queria que tanto Jacó quanto os seus descendentes compreendessem clara­mente o que ele significava. O aspecto mais interessante do pacto é que por ele Jacó deu garantias a Labão, enquanto Labão não garantiu nada. Era fácil fazer um acordo com Jacó. Visto que Labão realmente era o perdedor, este foi para ele um procedimento que salvou as aparências.

O fato de terem comido depois de terem colocado as pedras (v. 46) e outra vez mais tarde (v. 54) não indica, aqui, duas fontes. Simplesmente significa que eles primeiramente fizeram um acordo amigável com uma refeição social, e de­pois o selaram, mais tarde, no mesmo dia, com uma refeição sacrificial.

E também Mizpá. A RSV acrescenta “coluna” neste verso. O texto recebido diz: “Portanto ele o chamou de Galeede e Mizpá.” Em outras palavras, Labão deu a “ele” dois nomes. Aparentemente, Jacó e Labão. erigiram uma coluna de pedra (msbh, massebah) e amontoaram pedras ao redor dela, para proteção futura; La­bão deu ao monumento acabado o nome de Galeede e Mizpá (msph), um jogo de palavras com msbh. Ao invés de ser evi­dência de duas narrativas, a coluna e o montão foram combinados em uma só designação, Mizpá, na forma de um obe­lisco completo. O nome Galeede confir­mou o pacto entre os dois homens. Mizpá (torre de vigia) enfatizou a garantia de sua validade futura.

A famosa “bênção de Mizpá” não foi uma expressão de boa vontade da parte de Labão, mas uma declaração que di­zia, de fato: “Possa Deus conservar você honesto enquanto eu não estou lá para vê-lo.” Ele estava lendo a sua própria desonestidade no comportamento de Jacó. Contudo, isto não significa que as suas palavras não podem ser usadas, hoje em dia, em sentido positivo. A expressão de Labão pode ter uma conotação bem diferente da que ele pretendia. As pala­vras expressando desconfiança em um contexto podem, em outro, ser legitima­mente usadas para pronunciar uma bênção. Temos visto que frequentemente, em Gênesis, as gerações posteriores encon­traram, nas palavras, algum significado que não era aparente a princípio, mas que estava ali para ser discernido em época diferente.

Este montão é hoje testemunha. Quan­do Labão começou esta declaração, ela soava como se ele estivesse querendo dizer que ele e Jacó não cruzariam aquela linha jamais. Bem no fim da sentença ele acrescentou: “para mal.”

O Deus do pai deles é expressão con­siderada, por muitos eruditos, como edi­torial (cf. Speiser, von Rad). Visto que ela não aparece na LXX, é considerada como tentativa de explicar a menção do Deus de Abraão e do Deus de Naor. A frase explicativa declara que eles são o mesmo Deus, o Deus de Tera. Esta opi­nião é baseada no fato de que julgue está no plural. Costumeiramente, quando é caracterizado o Deus de Israel, o subs­tantivo plural ’Elohim usa um verbo no singular (cf. Gn 1:1). Algumas vezes, no entanto, quando ’EIohim se refere ao Deus de Israel, é regido por um verbo no plural (cf. 1:26: “Façamos o homem"). Alega a opinião politeísta que tanto La­bão quanto Jacó invocaram o Deus indi­vidual de seus respectivos pais, para tes­temunhar o pacto. Se este fosse o sentido da passagem, por que precisaria o escri­tor mencionar especificamente que Jacó invocou o Temor de seu pai Isaque, mas omitiu o fato de que Labão invocou o seu Deus? A expressão o Deus do pai deles, quer editorial, quer não, afirma que eles serviam ao mesmo Deus. Desta forma, ela precisa ser levada a sério. Este é outro exemplo de concordância gramatical en­tre ’Elohim e o seu verbo, sem implica­ções teológicas especiais. Se a expressão é editorial, ela foi inserida porque era ne­cessária para impedir uma interpretação politeísta. Abraão jamais teria desejado conseguir esposa para Isaque na família de Naor só porque eles eram parentes. Eles adoravam o mesmo Deus.

Labão... os abençoou. Deve-se notar que ele não abençoou Jacó. Ele não esta­va qualificado nem inclinado a fazê-lo.

Bibliografia Clyde T. Francisco

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